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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

cuba

No futuro Cuba será um país que promove investimento estrangeiro, expande o setor privado e paga obedientemente sua dívida externa, de acordo com uma proposta revelada na segunda-feira pelo Partido Comunista cubano.

Mas o partido não vai renunciar ao sistema socialista instalado há meio século, depois que Fidel Castro assumiu o poder na revolução de 1959, de acordo com um documento de 32 páginas que irá orientar os debates no congresso do partido em abril.

"A política econômica na nova fase seguirá o princípio de que somente o socialismo é capaz de superar dificuldades e preservar as conquistas da revolução e que na atualização do modelo econômico a primazia será da planificação, e não do mercado"

sábado, 27 de novembro de 2010

se voce quer saber a verdade sobre os milhoes de mortos de fome na ucrania e os presos em gulags veja a reportagem que fala a verdade sobre tudo http://www.hist-socialismo.com/docs/Mentiras%20sobre%20a%20historia%20da%20Uniao%20Sovietica.pdf hasta la victoria siempre

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Espírito revolucionário continua vivo, diz líder das Farc
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia celebram 40 anos enfrentando uma nova ofensiva militar empreendida pelo governo americano. Em entrevista, Raúl Reyes, da Secretaria Central do Estado Maior das Farc, traz uma visão sobre as lutas da guerrilha.
Stéphanie Gendron
São Paulo – As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia celebram seus 40 anos tendo de enfrentar uma nova ofensiva militar empreendida pelos governos colombiano e norte-americano. Depois de haverem sido acusadas como narcotraficantes, estão agora identificados como terroristas. No entanto, Raúl Reyes, um dos principais membros da Secretaria Central do Estado Maior das Farc, disse que o grupo não teme a derrota e segue com seus mesmos ideais revolucionários.

Em entrevista concedida por correio eletrônico à Agência Carta Maior, Raúl Reyes faz um balanço de sua organização, que soma hoje mais de 18 mil sodados. Traz ainda uma visão sobre a história e as recentes lutas da guerrilha, sob um ponto de vista que costuma não ser divulgado pelos grandes veículos de comunicação.

Carta Maior – As Farc estão celebrando 40 anos. Seus princípios continuam os mesmos até hoje?

Raúl Reyes – Certamente. Há 40 anos, em 27 de maio, iniciou-se a resistência armada legítima em forma de guerra de guerrilhas móveis. Duas mulheres e quarenta e seis homens enfrentaram a operação militar de dezesseis mil soldados do exército governamental que fez uso até de guerra bacteriológica para esterminar esse pequeno grupo de valentes camponeses. Seguimos sendo fiéis às banderas elaboradas no Programa Agrário dos Guerrilheiros, lançado como plataforma de luta nas montanhas de Marquetalia em 20 de julho de 1964, como a luta pela justiça social e econômica, a solução política para o conflito social e armado, a Reforma Agrária e a soberania de nosso país.



CM – Quais são os objetivos finais de sua luta?

RR – Uma Pátria, um Governo e Instituições que construam com o povo um Novo Poder que proporcione o maior grau de felicidade possível. E isto apenas se alcança derrotando o Estado burguês, violento e corrupto, transformando os costumes políticos, criando uma economia soberana e relações internacionais em pé de igualdade, de convivência pacífica e mútuo benefício. Lutamos pela Nova Colômbia, independente, justa, digna e soberana, entendida como uma só Nação, uma só Pátria depositária da justiça social e da paz duradoura e definitiva.



CM – Essa luta poderia ocorrer de forma pacífica?

RR – Meios pacíficos? Gostaríamos muito, mas não se trata apenas de você querer. Uma de nossas bandeiras tem sido, e sempre será, a disposição indeclinável de encontrar um caminho menos custoso para a luta política do povo. Mas isso tem sido praticamente impossível porque jamais governo algum permitiu que o povo dispute o poder e o governo, de igual para igual, com a classe dominante. Em 1985, como fruto dos Acordos de La Uribe firmados com o presidente dessa época, Belisario Betancourt, formamos o movimento político União Patriótica. E foi um êxito, pois em muito pouco tempo de campanha eleitoral foram eleitos 14 parlamentares, 17 deputados e 135 vereadores. O povo estava feliz porque enfim podia eleger seus representantes. Mas veio o massacre. A maioria deles e quatro mil dirigentes do partido foram assassinados, tratando-se de um genocídio sem par contra movimento político algum na Colômbia.



CM – Quantas pessoas estão detidas pelas Farc? Quais as condições para que elas sejam libertadas?

RR – Há 47 prisioneiros de guerra em nosso poder, entre oficiais do Exército e da Polícia. Além deles, mantemos três agentes da CIA (Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos), que foram beneficiados por um gesto de alta sensibilidade humana e receberam status de prisioneiros de guerra, apesar de espiões não serem favorecidos por legislação internacional alguma, o que abriria a porta para a execução sem julgamento algum. Mantemos também outros prisioneiros que só não estão em suas casas por culpa do presidente Uribe Vélez. A Colômbia e a Comunidade Internacional sabem disso.



CM – Como é o funcionamento social e política nas aldeias controladas pelas Farc?

RR – Partimos do respeito à população: seu pensamento político, suas convicções religiosas, seu caráter multiétnico e multicultural, suas organizações de base como cooperativas, sindicatos, ações comunais. Acreditamos que o povo pode e deve criar mecanismos de participação administrativa. Temos experiências sociais importantes que nos demonstram que as pessoas humildes possuem um alto nível de consciência política, de vontade firme de trabalhar na construção de uma pátria sem exploradores nem explorados. Esta realidade é o maior indicativo do que podemos chamar dos alicerces do Novo Estado, do Novo Poder, do Novo Governo.



CM – Qual é o território controlado pelas Farc? Quantos habitantes vivem neste território? Na opinião de vocês, o apoio do povo está crescendo?

RR – Em todas as regiões do país estão presentes guerrilheiras e guerrilheiros das Farc – Exército do Povo, atuando política, social, cultural e militarmente. Esta tarefa de transformação social está destinada à educação política e à organização do povo em campos e cidades grandes, médias e pequenas. É um processo lento e cuidadoso, por razões óbvias. Mas, sim, avançamos! Nosso compromisso é ganhar o coração e a mente do nosso povo. Isto deixa a vitória mais próxima!



CM – Como o problema do narcotráfico acabou sendo relacionado com as Farc?

RR – Na política externa do governo americano, encontramos costumes sujos, jamais imaginados. Sua política de guerra suja e de ingerência descarada nos assuntos internos de nossos países somente nos trás desastres, miséria, dor e morte. E se em algum país o povo se põe em pé de luta contra esta infâmia, declara-se contra ele, sem misericórdia, a guerra, começando pela psicológica. Primeiro fomos chamados de anti-sociais, bandoleiros, facínoras. Nos últimos anos, narco-guerrilheiros e terroristas. É uma ofensiva brutal através dos meios de comunicação. Mas há uma coisa. A guerra real pela liberdade, a soberania e a independência se faz nas trincheiras; não se ganha na televisão, nem com jornais ou epítetos ofensivos, nem com mentiras oficiais.



CM – Qual é o vínculo de vocês com o narcotráfico?

RR – Por ideologia, por ética, não temos nenhum vínculo. O narcotraficante é um negociante sem escrúpulos, que busca somente ficar rico em pouco tempo. Para ele, não há nenhum inconveniente em torturar, desaparecer com ou assassinar quem impeça seu negócio. O narcotráfico é um negócio do capitalismo e nós combatemos com todas as forças este sistema injusto. Além disso, as Farc existem antes do negócio do narcotráfico existir. Como dissemos, o império sempre busca nos deslegitimar e desprestigiar.



CM – Qual é sua avaliação do narcotráfico como problema nacional?

RR – Todo problema tem solução. O do narcotráfico também. Mas o Estados Unidos necessita deste problema como pretexto que justifique sua ingerência nos assuntos internos de nossos países. Estamos certos de que, na Colômbia, uma reforma agrária revolucionária será uma importante ajuda para solucionar este problema.



CM – Por que nunca houve um diálogo entre as Farc e o presidente Uribe?

RR – Porque Uribe é um fascista convencido de que com o terrorismo de Estado deixará o povo de joelhos ante o poder da classe dominante e ante o império. Sua opção foi a guerra, nas a busca do entendimento entre os colombianos. Ele é isso e nós sabemos bem. Da parte das Farc sempre haverá, como já temos demonstrado, plena disposição para buscar saídas políticas para o conflito interno baseadas no diálogo. Mas ninguém conseguirá a rendição nem o abandono de nossos princípios e de nossas convicções revolucionárias.



CM – O governo de Uribe iniciou uma nova ofensiva militar que envolve mais de 15 mil soldados e um financiamento de parte dos Estados Unidos por meio do Plano Patriota. Segundo vocês, quais serão as repercussões deste plano?

RR – Com a ajuda do governo dos Estados Unidos, a oligarquia colombiana está desenvolvendo uma gigantesca operação denominada Plano Patriota, com a vã pretensão de dar um duro golpe à nossa organização revolucionária. Este plano já existe há vários meses e nossas unidades guerrilheiras estão respondendo com grande entusiasmos e contundência. Esperamos atingir bons resultados que, em seu momento, tornaremos públicos.



CM – Por que o governo realiza este plano agora? Está aproveitando um momento de fraqueza da sua organização?

RR – É porque Uribe precisa apresentar resultados ao seu “amo do norte” em sua guerra contra o povo, tem que demonstrar qual o cão de guarda que está defendendo seus interesses imperialistas; é obrigado a justificar os milhões de dólares investidos por George Bush na guerra contra o povo colombiano.



CM – Com o Plano Patriota, existe uma possibilidade das forças armadas derrotarem as Farc?

RR – Na guerra, existem baixas de todas as partes, isso é inegável. Mas uma derrota? Há quarenta anos estão buscando isso, mas nada até agora... Em troca, para ocultar os golpes que recebem de nossa parte, retiram seus mortos de onde aconteceu o combate, os levam para outro lugar e os apresentam como mortos por fogo amigo. Tamanha irresponsabilidade. Isso realmente é uma vergonha. Na mesma lógica de negar seus mortos, muitas vezes eles os apresentam à mídia como guerrilheiros mortos pelas tropas oficiais.



CM – O governo está negociando agora com os paramilitares? Como você vê estas negociações?

RR – É uma negociação entre “mim e eu mesmo”. Não existe negociação e sim reacomodação das hordas de assassinos filhos da oligarquia a que servem. Quando já não lhe servem mais, os matam... exemplos não faltam...



CM – Quais são as condições para que se estabeleça um acordo de paz sustentável? Você acredita que isso poderia ser alcançado logo ou será preciso lutar mais 40 anos?

RR – Um acordo de paz, para que seja duradouro e estável, deve compreender a solução política do conflito e o compromisso do Estado para erradicar as causas que o originaram. Isso somente será realidade com um novo governo, patriótico, amplo e democrático, a serviço dos interesses dos trabalhadores, do povo humilde e explorado pela oligarquia e pelas multinacionais.



CM – Os outros países e organizações internacionais têm um papel neste conflito?

RR – Na Colômbia existe um conflito interno muito complexo alimentado pela dominação, a imposição e a violência da oligarquia bipartidária contra o povo para defender seus interesses e os do império. Isto começa a ser compreendido por organizações internacionais e alguns governos começam a olhar mais de perto o que acontece na Colômbia. Duas coisas confirmam esta tendência: a importante guinada conjunta realiza pela Europa e a Audiência Pública Internacional, da qual participaram 27 países e onde se organizou um grupo de nações amigas do Processo de Paz. Andrés Pastrana, presidente da Colômbia de 1998 a 2002, se retirou da comunidade internacional porque a desconsiderou quando rompeu os diálogos. E seu sucessor está fazendo o mesmo. Da nossa parte, dizemos: tudo que contribua para a conquista da paz com justiça social será bem-vindo, e tudo o que apóie a guerra terrorista do governo contra o povo será repudiado, venha de onde venha.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

SEXTA-FEIRA VERMELHA

Nesta terça-feira, dia 28 de setembro, o programa eleitoral do candidato a Presidente do PCB, Ivan Pinheiro, será dedicado a fazer um pequeno balanço da campanha.

No final do programa, os militantes, amigos e simpatizantes do Partido serão convocados a irem para as ruas em todo o país, nesta sexta-feira (primeiro de outubro, no final da tarde/noite), em todos os Estados em que o PCB está organizado. Iremos para os principais pontos de concentração popular, com bandeiras, camisas, panfletos, jornais, sistema de som que for possível.

SERÁ A SEXTA-FEIRA VERMELHA, em que o PCB vai às ruas e praças celebrar sua participação política no processo eleitoral, em que denunciou a democracia burguesa e o capitalismo e defendeu nossos pontos de vista, sem conciliação.

Recomendamos aos Comitês Regionais que promovam até esta quarta-feira reuniões amplas com a militância e os amigos e simpatizantes do Partido para organizarem todos os aspectos da SEXTA-FEIRA VERMELHA no Estado.

Chamamos os militantes a darem o melhor de suas energias políticas, com entusiasmo revolucionário, neste que será o último dia da campanha.

Secretariado Nacional do PCB

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Estes são tempos difíceis para os defensores do capitalismo na Rússia e nos países que integravam a União Soviética. Uma correnteza lava a história contada pelos gorbachovistas e a burguesia mundial sobre o período soviético sob a direção de Josef Stálin. Os arquivos sobre várias das principais “evidências do terror” das décadas de 30-40 do século passado então estão sendo novamente questionados e postos em dúvida. O motivo principal é a aparição de um agente do governo de Boris Yeltsin que afirma ter participado de alterações e falsificações de vários documentos, entre eles o de “O massacre de Katyn” e da “Carta de Béria nº 794/B” (nessa última ele mesmo teria falsificado a assinatura de Béria).


A denúncia foi tornada pública pelo deputado Viktor Ilyukhin, parlamentar da Duma russa pelo Partido Comunista da Federação Russa (PCFR), que foi contatado por telefone no dia 20 de maio pelo agente que queria passar informações sobre as execuções de oficiais poloneses em Katyn, caso conhecido como “O massacre de Katyn”. No mesmo dia, Ilyukhin encontrou-se pessoalmente com o ex-agente de Yeltsin e um dos encarregados pela falsificação de documentos soviéticos do período de Stálin. De acordo com o informante, ele resolveu falar porque não concorda com a situação que vive a Rússia e com a liberação dos documentos falsificados para a população.



Segundo o agente relatou ao deputado Viktor Ilyukhin, um grupo de falsificadores foi formado no início da década de 1990 (os documentos apareceram, “misteriosamente”, em 91-92) e eles foram providos de altos salários e materiais para as falsificações, como velhos carimbos e fôrmas para carimbos soviéticos. O grupo trabalhou na cidade de Nagorno até o ano de 1996 e depois seus membros foram transferidos para a vila de Zaretye. Entre os participantes do grupo de falsificação estariam o coronel Klimov, Rudolf Pichoya (chefe do arquivo russo), M. Poltoranin (amigo de Yeltsin) e G. Rogozin (chefe da segurança do presidente russo). Há de se observar que Rudolf Pichoya foi o responsável pela entrega dos documentos “secretos” ou “perdidos” do Pacote Fechado nº 1 (ou Pasta de Katyn) a Lech Walesa (presidente da Polônia) em Varsóvia, no dia 14 de outubro de 1992. Ele afirmou ainda ter sido ele quem falsificou a assinatura de Béria na carta conhecida como Carta de Béria nº 794/B e também as assinaturas de Stálin, Voroshilov, Molotov e Mikoyan.

A falsificação do grupo engloba importantes momentos da história soviética, a fim de incriminar o Estado Soviético. Buscava alterar documentos existentes e até criar outros. Fazem parte das falsificações: o ato de abdicação de Nicolau II, a Carta de Shelepin (que incrimina a URSS pela morte de cidadãos polacos) e a Carta de Béria nº 794/B. Diz ainda que sabe da participação do 6º Instituto do Estado-Maior Russo nestas alterações, acabando por entregar vários materiais que foram usados nas falsificações. Entre eles, fôrmas de carimbos da década de 1940, alguns carimbos falsos e marcas de carimbos e documentos.



Viktor Ilyukhin tornou públicas as informações por meio da divulgação de um vídeo em que mostra parte do material que tem. Entre eles há o destaque para um carimbo similar ao usado na Carta de Béria e um documento de 202 páginas (também falsificado pelo mesmo grupo) tendencioso e que faz crer que Stálin, mesmo sabendo da iminência da guerra com a Alemanha nazista, não teria feito nada para a URSS se preparar.

No vídeo, o deputado afirma que o coronel Klimov fora o único responsável pela Carta de Shelepin (de 1959, direcionada a Kruchev), sendo então fácil comparar sua letra à letra dessa carta por meio de perícia. Quando o informante fazia parte do grupo, chegava a liberar milhares de páginas falsificadas. Disse que algumas ordens de falsificação teriam vindo diretamente do chefe do arquivo russo. Provavelmente o grupo ainda trabalha em algum lugar agora desconhecido.

Em junho passado, Ilyukhin pediu à Duma russa uma investigação parlamentar, devido ao tamanho dos fatos e aos altos funcionários envolvidos. Reclamou que tais falsificações buscavam igualar o stalinismo ao fascismo e que a atividade deste grupo coincidiu com a desclassificação de documentos do Politburo e do Comitê Central do Partido Comunista por uma comissão de governo liderada por Mikhail Poltoranin, que era um dos envolvidos nas falsificações.

Vários documentos foram avaliados por especialistas, a pedido do PCFR, que acabaram por comprovar que os documentos são falsos. Nesse bolo de falsificações estaria um documento que tenta provar parcerias entre a NKVD (polícia soviética) e a Gestapo (polícia secreta nazista).

Em seu discurso à Duma, Ilyukhin fez menção aos carimbos que tem em sua mão para falsificações em nome de Béria e Stálin e algumas fôrmas dos anos 30 e 40 como prova. Reclamou à Duma uma comissão para investigar o massacre de prisioneiros de guerra poloneses em Kozi Gory, visto que, dos milhares de vítimas do “terror” dos sovietes, somente 162 crânios foram encontrados em Kharkov e apenas 62 tinham perfurações de bala. Já em Katyn, em sua maioria, os crânios apresentavam buracos de bala. Em Mednoe, por sua vez, dos 226 “poloneses” mortos encontrados, apenas 20 tinham marcas de bala. O que é uma prova de que as mortes não têm conexão alguma com um fuzilamento em massa.

O caso de Katyn é conhecido por ser um sinal de alerta ao nível a que se chegou nos ataques ao socialismo. Para isso são apresentados 49 pontos que comprovavam sua falsificação e que podem ser lidos, em inglês, no blog http://mythcracker.wordpress.com. Vários vídeos de Ilyukhin falando à Duma e à TV sobre o caso podem ser vistos na internet.

Os capitalistas podem atacar como for o socialismo, o marxismo-leninismo, mas a história mostrou, mostra e mostrará sempre a verdade.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

DEBATE DOS PRESIDENCIÁVEIS DA ESQUERDA

Crédito: Brasil de Fato
Debate

Em 21 de setembro de 2010 a partir das 21 horas o Jornal BRASIL DE FATO estará promovendo um debate com os candidatos da esquerda que não são convidados para participação em debates da grande mídia.

Neste debate estarão presentes: o nosso camarada Ivan Pinheiro, Zé Maria (PSTU) e Rui Pimenta (PCO).

O debate será transmitido em rede de Internet e para acessá-lo basta conectar-se com a página do BRASIL DE FATO: www.brasildefato.com.br

Para melhores detalhes acessem o link que estamos enviando.

Solicitamos que para a maior divulgação desse evento este link seja repassado para as listas pessoais de e-mail de cada um dos camaradas que está recebendo esta mensagem.

DEBATE DOS PRESIDENCIÁVEIS DA ESQUERDA

21/09/2010 - 21HORAS – TERÇA-FEIRA

IVAN PINHEIRO (PCB) – RUI PIMENTA (PCO) – ZÉ MARIA (PSTU)


Assista pela página do Jornal BRASIL DE FATO - www.brasildefato.com.br

http://www.youtube.com/watch?v=iORLG0Fqb90

segunda-feira, 17 de maio de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

SER COMUNISTA

É Deixar o individualismo e lutar pelo coletivo.Nao ter medo de enfrenta-los.Manter sua postura mesmo sob pressão alheia.Indignar-se diante da menor injustiça.Lutar contra a miséria mesmo que não a sinta na pele.Sentar no boteco mais barato pra deixar fluir as mais caras idéias.Lutar contra a alienação, onde quer que ela esteja.Não esperar o futuro para que as coisas aconteçam.Dividir o que tem, e não dar o que sobra.Sentir orgulho da luta, e não desistir na derrota.Ser disciplinado e relaxado, doce e aguerrido, trazer no punho cerrado a flor do socialismo.É saber que a luta é fortalecida quando temos grandes companheiros com os quais podemos dividir os momentos de derrotas e vitórias.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Bem vindos camaradas hoje e o primeiro dia do blog revolucionário socialista neste blog so existe uma regra não falar mau do nosso amado comunismo